
A poesia não deve que ter regras, não pode ter limites e muito menos restrições.
Por isso eu escrevo livre de tudo o que me aflige e do que possa podar minha imaginação.
Na verdade creio escrever, quando na verdade TRANScrevo, pois quem fala não sou eu, é ele!
É aquele que se apodera de mim e que com confiante certeza desafia o teclado com tão hábil destreza que faz com que em noites menos inspiradoras tenha eu que me recolher a insignificância de minha reles existência...
Retalhos, que de tão ralos, conseguem apertar os calos
E são deles que me servirei até que a fonte da imaginação volte a jorrar mais ideias frescas para um novo texto...
Por isso eu escrevo livre de tudo o que me aflige e do que possa podar minha imaginação.
Na verdade creio escrever, quando na verdade TRANScrevo, pois quem fala não sou eu, é ele!
É aquele que se apodera de mim e que com confiante certeza desafia o teclado com tão hábil destreza que faz com que em noites menos inspiradoras tenha eu que me recolher a insignificância de minha reles existência...
Retalhos, que de tão ralos, conseguem apertar os calos
E são deles que me servirei até que a fonte da imaginação volte a jorrar mais ideias frescas para um novo texto...
Retalhos Ralos e Calos
Me perguntam por que as críticas
Não sei, mais se fosse perfeito não criticaria
Mas como não é perfeito
Me dou ao luxo de comentar
Queria ter outros olhos
De outrem que não eu
Assim talvez entederia este mundo
Que me surpreende de tanta intolerância
Falo por que sinto
Sinto por que sou
Sou porque me fizeram
E já que fizeram eu faço mais ainda
A vida não tem sentido
Se tivesse eu seguiria a contra-mão
Assim encararia todos de frente
E perguntaria para onde vai toda essa gente
Nem tudo que esta escrito tem que ter razão
Assim como nem toda razão tem que ter sentido
Desta forma somos nós, eternos contraventores
Ignorando que deste mundo somos os autores
Não sei, mais se fosse perfeito não criticaria
Mas como não é perfeito
Me dou ao luxo de comentar
Queria ter outros olhos
De outrem que não eu
Assim talvez entederia este mundo
Que me surpreende de tanta intolerância
Falo por que sinto
Sinto por que sou
Sou porque me fizeram
E já que fizeram eu faço mais ainda
A vida não tem sentido
Se tivesse eu seguiria a contra-mão
Assim encararia todos de frente
E perguntaria para onde vai toda essa gente
Nem tudo que esta escrito tem que ter razão
Assim como nem toda razão tem que ter sentido
Desta forma somos nós, eternos contraventores
Ignorando que deste mundo somos os autores
.
